Linha Cachoeira Branca

Linha Cachoeira Branca

A partir de 1927, começavam a se estabelecer as famílias de Francisco Bortoluzzi, José Posenatto, Vitório, Darci e Ângelo Zatti, Eugênio Pedroso da Silva, no território hoje denominado Linha Cachoeira Branca. No início, essas famílias se reuniam em casas particulares para a reza do terço e o canto das ladainhas. Foi construído um pequeno capitel e em 1934, dedicado a Nossa Senhora do Carmo. A primeira imagem era um quadro pintado, trazido da Itália, sendo depois adquirida a estátua da padroeira.

Inicialmente, a capela pertencia à paróquia de Constantina. Os moradores queriam que pertencesse a Rondinha, mas, somente em cinco de agosto de 1941, o Bispo da Diocese determinou que a capela passasse a pertencer a paróquia de Nossa Senhora do Rosário, de Rondinha, já que a Linha Cachoeira Branca pertencia a este Distrito.

Em 1935, foi construído um pequeno pavilhão para festas, que servia também para o funcionamento da escola. O primeiro professor foi Francisco Safanáz, que alfabetizava as crianças, e, era pago pelos pais dos alunos. Em 1940 foi construída, pela comunidade, a escola onde funcionavam quatro séries. Posteriormente, o Estado construiu prédio próprio. O atual pavilhão foi edificado em 1978 foi construído o atual.

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